sexta-feira, 27 de março de 2009

Você tem medo de que?

Acabei de voltar do bar, onde estava com a Chan. Estava precisando duma ida ao bar. Jogar conversa fora, refletir sobre temas importantes, procurar gatinhos (esta parte foi mais difícil, muitos casais e carinhas não tão assim, lá no bar Bedrock), espaerecer.. Ok, ok. O objetivo era mais encher a cara, mas como era eu com o carro, né? :P Mas bebi, é o que importa! Já fico feliz com o pouco que bebi (inclusive preciso me lembrar: a cachaça Boazinha, como dose, é horrível. Não beber mais dela).

O assunto que anda me enchendo a cabeça, além do emprego/auto sustento/etc, que me fez pensar na seguinte música (no caminho de volta)


Vamos sair - mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão procurando emprego
Voltamos a viver como há dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas.

Vamos lá tudo bem - eu só quero me divertir
esquecer, dessa noite ter um lugar legal pra ir
Já entregamos o alvo e artilharia
Comparamos nossas vidas
E esperamos que um dia
Nossas vidas possam se encontrar.

Quando me vi tendo de viver comigo apenas
E com o mundo
Você me veio como um sonho bom
E me assustei

Não sou perfeito
Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo, eu, homem feito
Tive medo e não consegui dormir

(que seria um trecho da música Teatro dos Vampiros da Legião Urbana, que peguei aqui)

Sobre a música: uma das frases veio como música à minha mente e esta música veio me acompanhando o caminho de volta atéeeeeeeee chegar em casa.

Recapitulando: o assunto que tem em enchido a cabeça é 'homem'. Essa história de homens é algo que anda me intrigando.

Mas há certas coisas que não entendo. Uma delas é este comportamento de que, por mais que as mulheres tenham conquistado a liberdade de irem e virem, sufrágio universal, emprego, opinião, aborto (?!), escolhas etc mesmo assim certas coisas não mudam.

Há algo que muito me incomoda. É o caso do homem ter de procurar a mulher. Se o cara estiver interessado ele liga pra mulher. Mesmo que os dois tenham o número um do outro. Mesmo que já tenham conversado, saído, trocado torpedinhos etc. MESMO ASSIM é o CARA que liga pra MOÇA. Não entendo!! A mulher vive a vida dela e SE o cara estiver interessado ELE liga pra moça procurando-a. Ela pode estar interessada o tanto que quiser, não importa. Cansei de sair em baladas e agora queria namorar. Não ficar apresentando pra família e coisas do tipo, mas uma companhia agradável pra bater papo, sair pra lugares bacanas que há por aqui e que prefiro fazer acompanhada: cinema, teatro, boate, exposições, festas..

Em Brasília o assunto é mais gritante. Temos, estatisticamente falando, mais mulheres do que homens. Uma das capitais em que as mulheres recebem maiores salários do que homens. Tá certo que muito é por causa dos concursos e por isso mulheres assumem chefias mais do que homens em outros estados, mas mesmo assim. A relação de mulher-homem aqui acontece diferente do que acontece em outros pontos do país. Então, pra mim, é natural que mulheres tendam a ter mais atitude pró-ativa do que homens na hora da conquista.

Sim, sim.. sei que algumas amigas e conhecidas minhas acompanham o perfil do resto do país de esperar pacientemente que os homens tomem a atitude de 'correr atrás delas'. Não tenho o perfil nem a paciência para tal.

Não é possível! Se gosto de um carinha, não vejo problema em deixá-lo ciente disso. E se ambos estamos de acordo, podemos seguir em frente com a vida sem maiores delongas. Um liga ou o outro liga/procura sem maiores dramas. Agora o que não aguento (agora sem o pobre renegado trema) é esta dancinha do acasalamento de dois pra lá, dois pra cá e "eu finjo que nem ligo, você corre atrás de mim se tiver interessado".

Sinceramente..

Inclusive, conheci um carinha. Semana passada. Ou retrasada. Dacinha do acasalamento pra lá e pra cá. Sei das minhas limitações atuais (diversas). O rapaz, bem apessoado, tinha inúmeras qualidades (e alguns defeitos). Mas tudo bem, não pretendia casar com ele mesmo. Chamem de ansiedade ou falta de tato.. mas eu sei que quando eu encontrar a pessoa certa não terei de ficar pisando em ovos e medindo as palavras pra falar com ele, será tudo natural. Este? Parecia que ia tuuuuudo bem até o, já consagrado, número do desaparecimento, bem conhecido entre os leitores e escritoras do Homem é tudo palhaço. Ou HTP, pros íntimos. Deixa ele. Não vamos deixar de ser nós mesmos pra agradar os outros. Mais cedo ou mais tarde as máscaras caem mesmo, não adianta tentar ser diferente. Interessante que tema parecido acabou de ser abordado pelo Manual do Cafajeste também.

O que a gente não escreve quando se está um tantinho bêbo, hein? Mas não torna-se menos verdade, eu diria apenas que a inibição sai de cena um pouquinho. É por isso que até eu gosto quando eu bebo, fico menos virginiana. :P E não digo inverdades, mas escrevo mais das coisas que penso.

Enfins.. ou:

- encontro minha alma gêmea perdida por aí (malditos homens que não se informam quando estão perdidos)

- torno-me freira, ou outro tipo de pessoa reclusa que vive em função do reequilíbrio pessoal e afastamento da sociedade vil e conturbada.

Mas deixe estar, isso passará, eu passarinho.


O assunto do trabalho rende um post só pra ele. Inclusive a entrevista de emprego que tive dividida em muitas etapas, provas, camadas e horas de espera.


Por fim, o título do post. Uma pessoa uma vez me perguntou: "o que você faria se não tivesse medo?". Esta pergunta me martelou a cabeça por muito tempo. O medo não é o que se pensa a princípio, mas ele vai muito mais fundo, pega na base dos teus valores, de quem você é (ou acha que é).


Você tem medo de que?

Você tem vergonha de que?

O que você faria se estes valores (externos) não mais existissem?

terça-feira, 24 de março de 2009

A raposa e as uvas

Esta é pro Lamerico:



Contam que certa raposa,
Andando muito esfaimada,
Viu roxos, maduros cachos
Pendentes de alta latada.


De bom grado os trincaria,
Mas sem lhes poder chegar,
Disse: «Estão verdes, não prestam,
Só os cães os podem tragar!»


Eis cai uma parra, quando
Prosseguia seu caminho,
E, crendo que era algum bago,
Volta depressa o focinho.



A Raposa e as Uvas, fábula de La Fontaine, numa tradução de Bocage.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Devolva-me

Esta estória é dos tempos da adolescência.

Possuia eu umas duas ou três fotos em preto e branco de quando eu era menina, de um dia que um amigo com câmera tirou fotos em preto e branco de mim (e irmãos) lá numa chácara que tínhamos. Eu olhava pras fotos, gostava das fotos. Guardava as fotos com carinho no álbum. Embora fossem 10x15cm e o álbum fosse pequeno para fotos comuns mas tudo bem, táva lá junto.

Eu conhecia um cara bem mais velho que trabalhava de voluntário como eu numa instituição. Mencionei a foto por sei lá qual motivo e ele quis ver a foto. Ingênua a moça, trouxe pra ele algum tempo depois. Eu deveria ter uns 5 anos na foto.

Imaginem vocês que, para não deixar a foto lá no local ele levou a foto pra casa. Pedi a foto de volta. "Ah, esqueci, depois eu trago". Algum tempo depois a criatura tenta me agarrar, eu inocente não sabia direito como sair daquela situação, mas saí e depois passei a evitá-lo. Depois ele sumiu de lá. Por MUITOS e MUITOS anos.

Um tempo depois, num trabalho eu reconheço o sobrenome dum parente dele. Lembro do assunto. Decido jogar no Orkut e ver se sai o nome. Eis que a pessoa surge na minha frente. Arrepio de repulsa e tudo. E raiva pela minha foto perdida.

Decido contactá-lo pelas mensagens mesmo (e não por scraps) em OFFzão "ei, lembra mim? quero aquela minha foto de volta". O que ele responde? "Ooooooi, lembro sim, você está bem? bla bla blá. Pois é, sabe o que é? Mudei de casa e no meio das caixas e bla bla blá a foto 'sumiu'". PQP! A MINHA foto! Aaah não. Ódio mortal do cara, por ter ficado com minha foto descaradamente e ter 'sumido' (se é que sumiu mesmo) com ela depois. Ingenuidade genuína, eu sei.

Lembro da foto até hoje, adorava ela. Tinha potencial de virar quadro grande um dia. Mas não, né? fdp.

O pior é que na mesma época peguei emprestado um cd da Adriana Calcanhoto e nela havia a maldita música Devolva-me que me martelava na cabeça que eu tinha de achar a minha foto. Devolvi o cd à legítima dona e tempos depois fui caçar a foto e descobri que não a teria de volta. A foto, a falta dela e o idiota, esta situação toda nunca saiu da minha cabeça. Precisei (e preciso) de muitos momentos desses pra aprender como as pessoas são.

Palhaço.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Eu abraçava tu e o holandês

Entonces,


Depois de muita demora fiz algo que há muito planejava: Inclui em minha listinha particular aqui o blog Eu abraçava tu e o holandês

À princípio eu vi o blog sendo elogiado e acrescentado à lista do Carlos no Diário da África. Pensei "que nome mais estranho. não vou me dar ao luxo de ir lá ver o blog." Ignorei.

Aí estou lá lendo os comentários no blog do Manual e achei o nome da Jorgea engraçado. Quando coloco o mouse por cima o que aparece? O mesmo blog. Aí já é demais! Tive de ir lá conferir o tal do blog. Eis que leio a continuação do nome.. e voilá!!! Acho o título engraçadíssimo e inteligente. Fui conferir mais dele.

Eis que me deparo com um blog bem inteligente e engraçado. Menção honrosa pro post dos caras franceses (chama-se "Os homens")! :P hehehehh E as meninas tão na Zooropa mas estão antenadas com o Brasil-sil. Sabem do BBB, da novela e dos clipes insanos do Youtube. Nas horas vagas elas comentam também sobre política, moda, atualidades relevantes etc.

Eis porque considerei-o-o à minha lista dos pequenos notáveis.

sábado, 14 de março de 2009

Ô, amizade! Chega aí!

Pra que serve um amigo? Pra tanta coisa... não é?



Para Instalar o XP no computador e nãocobrar nada, mesmo perdendo horas e horas a fio!


Para trazer muamba do Paraguai e quase ser preso!


Para emprestar o carro e recebê-lo de volta com multa e 21 pontos na carteira.


Pra rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um CD, dar carona para festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra.

Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.

A amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu.

Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises e choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.

Um amigo não empresta apenas a prancha.
Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.

Um amigo não recomenda apenas um CD.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.

Um amigo não dá carona apenas para festa.
Te leva para o mundo dele e topa conhecer o teu.

Um amigo não passa apenas cola...
Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.

Um amigo não caminha apenas no shopping.
Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.

Segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.

Duas dúzias de amigos assim, talvez, ninguém tenha...

Se tiver um, amém!


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E os adicionados pelo camarada João: (aparentemente ele também possui sua quota de amigões :) )


Um amigo não te ajuda a fazer mudança... te ajuda a ocultar um cadaver...

Um amigo não evita que vc entre numa briga... entra de voadora nos peitos do outro cara (sic)


Fonte: http://luizmartins.blogspot.com/ e ele recebeu por e-mail.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Hallmarks of felinity (9 Chickwood Lane)

Simplesmente adoráveis as tirinhas do Brooke McEldowney. Adaptáveis, magnéticos, majestosos..



Os traços são lindos e os gatos adoráveis.



E podem ser encontrados aqui ou comprados aqui.


Reza a lenda que é um cara (e não uma moça, como imaginei ao ler TODAS as tirinhas, hihih) que escreve. Nasceu na West Virginia (porque é engraçado escrever Virgínia do Oeste) e cresceu na Flórida, estudou música na Julliard de NY (o que justifica a parte das bailarinas e pianos das tirinhas).



Ele criou esta série de tirinhas em 1993 e desde já passou a ganhar prêmios por isso. Mais infos no Wiki. E MUITO mais infos aqui (sobre o autor, claro).



É necessário ter um gato por muito tempo pra saber de sua personalidade. Nuâncias de personalidade. Como pessoas, na verdade.

terça-feira, 10 de março de 2009

O artista e a moldura

Recebi por e-mail, da dona das gatinhas, esta charge, que ela viu no Etc. e que é do Laerte. Heheheh. Pronto, dado os méritos a todo mundo, finalmente a charge:





A expatriada e a célula

Li um post ótimo que compara as células do corpo e o mundo em que vivemos. O texto é da Expatriada como comissária.

Sampa City

Vou à Sampa City este fim de semana.

Chego lá Sexta de manhã e volto domingo à noite.

Quem tem dicas para me divertir e conhecer a cidade lá? :)

Aceito sugestões amigas.

P.S.: Quadro da dona Tarsila do Amaral. "Operários", 1933. (bem a cara do metrô).

domingo, 8 de março de 2009

Dia da Mulher

Feliz dia da mulher você que tem:

- filhos que te sugam a energia
- maridos que não ajudam
- maridos que atrapalham
- sogras abelhudas
-TPM
- a balança contra você
- insônia
- tireodismo
- varize
- irmão pentelho
- vontade de matar
- vontade de chorar vendo comercial
- raiva de piadas machistas idiotas
- menopausa
- gente perguntando quando vai casar
- gente perguntando quando vai ter filhos
- 15 coisas pra fazer ao longo do dia e tem sempre alguém que acha que você está atoa.

Mas que mesmo assim prefere muito mais ser mulher!

- Maior vocabulário
- Fazer muitas atividades ao mesmo tempo
- Cuidar da casa, do trabalho, dos filhos, do marido, da família, dos estudos, do relaxamento
- Gerar a vida dentro de si e vê-la mudando seu corpo por breves 9 meses
- Ver sua vida mudar depois de ter um filho
- Acostumar-se com sentimentos e diálogos e não ter medo de colocar pra fora alguma ideia quando incomoda
- Entre tantas outras vantagens

;)

quinta-feira, 5 de março de 2009

É o amor

Estava a ler textos sobre o amor e o ciúme no ótimo blog Não 2, Não 1 do Gustavo Gitti (é só ir na busca e digitar 'ciúme') e depois fui conversar a respeito com dois amigos. Outra coisa: nunca conversei tanto sobre bons assuntos sérios com caras como atualmente hein! Virgi! Então, uns ótimos textos (este e este) falavam sobre ciúme e o prender quem você ama com medo de perdê-lo(a).

Mal sabemos que é prendendo que perdemos mesmo.

Creio eu que quando você gosta de alguém você 'tolera' certos maus hábitos do outro e aí com o tempo você pega o que gosta e tenta mudar o que não gosta. Uma vez um cara me disse que gostava de mim do jeito que eu era. E eu, maldita virginiana, além de ver claramente os meus defeitos via também os dele. Quem estava sendo injusto? Todos temos defeitos, ninguém é perfeito blá blá blá. Mas na prática? Só se for um defeito que não te incomode. Porque.. olha que interessante: se ele, que era ele, me aceitava.. por que eu não poderia? Sacas? Pense o conflito em minha mente.. Como ele poderia me aceitar se eu mal me aguentava. Foda isso. Acho que antes da pessoa envolver as outras em sua vida deveria se acertar. Pessoas maduras e bem resolvidas tem relacionamentos maduros e bem resolvidos. E por mais que eu quisesse ser assim pra ele, eu não era naturalmente. Aí eu sentia que eu queria/deveria mudar e me achar menos exigente para aceitar ser aceita. É um primeiro passo, pelo menos. Claro que tem gente que não, sai se relacionando, se juntando, aos trancos e barrancos. Faz a coisa de qualquer jeito. Depois não sabe porque sofre. Novamente o Gustavo, do blog, tem isso inclusive como subtítulo do blog dele: "um blog sobre relacionamentos lúcidos". Relacionamentos lúcidos! Lúcidos! É demais isso. Quem para pra pensar naquela uma coisa que faz toda a diferença em nossas vidas? Relacionamentos, aquilo que fazemos de interagir com as pessoas, lidar com conflitos ao longo de toda a nossa vida. Assunto este que passa batido pela vida de muitas pessoas. Nunca refletem sobre o assunto, nunca vivem o assunto. E morrem depois sem terem vivido.

Conheço relacionamentos em que o diálogo e respeito estão em primeiro plano (ô invejinha..). Estas pessoas tem problemas como todos mas há diferenças sutis.. eles agem corretamente com a vida e um com o outro. Respeitam o silêncio do outro, e amam. Como amam. Quando há o amor também em primeiro plano (ou disfarçado de 'respeito' e 'admiração' também) todas as outras frescuras se tornam menos importante.

Neste mundo cão quando você encontra alguém bacana, que vale a pena você fica com medo que a pessoa vá embora e leve o brilho do sol com ela. É aí que entra o egoísmo e a posse da pessoa. Porque se você é tudo isso pra ela também, ninguém irá embora. Acredito que as pessoas deveriam sempre reforçar isso umas pras outras.. "Hoje fui pro trabalho mas voltei pra casa porque eu quis voltar pra casa, porque vc estava aqui e eu fiquei feliz com a lembrança". Foda isso. Mesmo pensar agora em dizer pra alguém já foi brabo. Mas é importante. Quando a pessoa se sente querida, amada ela tem a liberdade de ir ganhar o mundo.. e voltar também se assim o quiser. Só que com tanto tapa da vida a gente começa a regular o amor. Só dá o amor se tiver garantias de receber em troca.

Eu particularmente faço isso também. Não que não tenha recebido amor em troca, mas é que sinto que eu amo tanto mas tanto, que acho que sinto que não sou amada tanto de volta. Só de algumas algumas pessoas. Aquelas que só de olhar pra ela o canal do amor tá ali, trafegando livre. :)

Um amigo citou uma vez esta frase:

Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar.
Carlos Drummond de Andrade

Poizé, todos são ímpares.. mas a gente vê a capa da revista, e um personagem em livro, filme ou novela e tentamos nivelar, regular.. Imagina: conseguir conversar com a pessoa e os dois chegarem a este entendimento consciente de 'gosto de você do jeito que você é, gosto de te fazer feliz para ver você feliz, quero fazer isso pelo tempo que você permitir'.

Quando você está no tal dia nublado e de repente uma pessoa aparece como iluminada num raio de sol.. você (eu, todos) não quer espalhar a notícia e distribuir pra todos. Você joga um casaco por cima, um vidro com tampa pra prender aquele pequeno tesouro e guardar num armário dentro do quartinho dos fundos. Pra ninguém saber que ele existe, só você.

Como os pobres canários, que por sua beleza e canto vivem separados e presos em gaiolas.

Será que nascemos egoístas e precisamos aprender a nos tornar generosos? Sou muito egoísta. Confesso. Preciso aprender a colocar esta teoria aí na prática. Estou tentando. :P Mas olha que interessante, os melhores amigos que tenho sei que estão lá e que quando precisar falar com eles eu consigo. Não preciso prendê-los (como inclusive fazia no passado). Quero testar esta nova abordagem num relacionamento amoroso. Com quem? Com um cara que não tenha medo de amar e ser amado, que não fique com joguinhos. Mas este é assunto para outro post. ;)

Coisas do Google. Este é um texto bacana que você segue passo-a-passo pra seguir com a vida depois que um relacionamento acabou. Aqui.

segunda-feira, 2 de março de 2009

A mulher que roubava livros



O EUA é que é um país sério.

P.S.: E ela teve sorte. Na China ela levaria uma bala na cabeça.

Fonte: G1 / Planeta Bizarro.